Lendas açorianas - A Furna dos Encantados

Nos Rosais havia uma terra de pasto, dentro da qual ficava uma furna com o nome de Furna dos Encantados porque ali viviam pessoas que estavam encantadas.
 Numa certa altura, o dono da terra pôs lá uma vaca leiteira e costumava ir ordenhá-la e dar-lhe muda, todos os dias de manhã. Mas, passados alguns dias, quando o homem chegava à terra para tirar o leite, a vaca estava já mamada e tinha preso num galho um saquinho com dinheiro para pagamento.
 Este acontecimento foi-se repetindo e o homem estava cada vez mais admirado e mesmo já um pouco raivoso. Um dia decidiu e disse lá para si: 
 — É hoje que vou apanhar o marau que anda a beber leite da minha vaca. Ainda que eu não durma esta noite, ele vai ser descoberto.
 Lá foi para a terra. Escondeu-se o melhor que pôde atrás de uma parede, protegido por alguns arbustos.
 Algum tempo depois de estar de vigia, o lavrador viu um homem sair da furna onde viviam os encantados. Ordenhou a vaca, pegou no saquinho e dependurou-o no corno do animal e foi-se embora, em direcção ao lugar de onde tinha vindo, sem que o lavrador tivesse tido coragem de sair do esconderijo e dizer alguma coisa.
 O dono da terra tinha ficado muito admirado e medroso de ver que era um encantado e, sem saber o que lhe poderia acontecer, resolveu ficar bem escondido.
 Mas, a partir daquele dia, o encantado, talvez por saber que o tinham vigiado, nunca mais veio ordenhar a vaca.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fonte:http://www.lendarium.org/narrative/a-furna-dos-encantados/ https://br.pinterest.com/pin/125045327128780370/
Patrícia Machado
 
 
 

Azores - First Pictures (1943)



FILM ID:1097.29
https://www.youtube.com/watch?v=BV972JOzp_g
Publicado por: BRITISH PATHÉ
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Daniela Mercury, Tony Carreira, Carminho e Amor Electro na 42ªedição da Semana do Mar

A edição deste ano da Semana do Mar, um dos mais antigos festivais de verão dos Açores, contará com a presença de Daniela Mercury, Tony Carreira, Carminho e Amor Electro.
A iniciativa, que acontece na ilha do Faial entre os dias 6 e 13 de agosto, está já na sua 42ª edição e continua a compatibilizar a vertente de animação musical em terra com um festival náutico na baía da Horta, considerado um dos maiores do país.
"A Semana do Mar constitui-se como um dos maiores festivais náuticos do país, senão mesmo o maior, se tivermos em conta a diversidade de provas em competição e o número de dias em que estas se organizam", refere a organização da prova, a cargo da Câmara Municipal da Horta e do Clube Naval local.
O festival náutico associado aos festejos prevê um encontro internacional de vela ligeira e provas de canoagem, windsurf, natação, vela ligeira, vela de cruzeiro, pesca desportiva, polo aquático e apneia, além das habituais regatas nos antigos botes baleeiros, que durante décadas foram usados na caça à baleia.
A Semana do Mar começou em 1975 com a realização de um conjunto de eventos destinados a celebrar a chegada da regata internacional de veleiros oriunda de Portsmouth, organizada pela Multihull Offshore Cruising Racing Association, em cooperação com o Clube Naval da Horta, a Comissão Regional de Turismo e o Royal Albert Yacth Club.
Para assinalar o evento, inédito até então, durante uma semana, iatistas e faialenses participaram e assistiram a regatas de veleiros e de canoas baleeiras, a um concurso de pinturas no molhe da doca, a esculturas na areia, a passeios turísticos e a bailes.
O sucesso da iniciativa fez com que, a partir dos anos 80, a o município da Horta passasse a ser a entidade responsável pela organização da Semana do Mar, contando com diversos apoios oficiais e particulares.
Além dos espetáculos musicais, que integram também festivais de filarmónicas e de folclore, a Semana do Mar integra ainda feiras de artesanato, de gastronomia e do livro, e a Expomar, um certame de atividades económicas ligadas ao mar.








Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/daniela-mercury-tony-carreira-carminho-e-amor-electro-na-semana-do-mar
 
Patrícia Machado

Gastronomia - Açores





 Apesar de existirem traços comuns na gastronomia açoriana, o receituário de cada ilha apresenta sempre um cunho próprio, venha fazer turismo gastronómico nos Açores para conhecer as várias nuances do arquipélago.
PEIXE E MARISCO
Atum, chicharros, cavala, abrótea, pargo e espadarte são comuns na cozinha açoriana. Grelhados, fritos, guisados, assados, em caldeiradas ou em caldos de peixe, sobressaem pela frescura. Às lagostas, cavacos, santolas e caranguejos juntam-se crustáceos como as cracas. Ou as lapas, tratadas com Molho Afonso, na grelha, em arroz ou açorda. Em São Jorge, crescem as únicas amêijoas do arquipélago.
CARNE
A carne de vaca dos Açores tem indicação geográfica protegida e sustenta pratos como a alcatra da Terceira, a molha de carne ou o simples bife à regional. Os torresmos de molho de fígado e os enchidos são iguarias a não perder: a linguiça é prato principal quando servida com inhame e a morcela serve de entrada, acompanhada de ananás.
QUEIJO
O Queijo de São Jorge encima uma tradição de múltiplos e saborosos produtos lácteos, onde mãos habilidosas e tempos de cura são segredos para uma miríade de sabores e texturas. Que começa com o queijo fresco, servido com pimenta da terra. Quando servem de sobremesa, podem acompanhar-se de banana ou doce de capucho, uma espécie de tomate de sabor exótico e perfumado.
FRUTA
Para além de bananas e maçãs, o clima açoriano permite também o cultivo de frutas exóticas como o araçá ou a anona. O ananás e o maracujá de São Miguel têm direito ao selo de garantia Denominação de Origem Protegida.
DOCES
A doçaria com sinais de tradição conventual assume especial força no conjunto de bolinhos e docinhos típicos de cada ilha, que surpreendem pelos nomes e sabor.
BEBIDAS
No Pico, Graciosa e Terceira produz-se vinho, agora à base de novas castas e em complemento do outrora famoso verdelho. Cerveja, refrigerantes, vinhos licorosos, licores de frutos e aguardentes complementam uma oferta variada. O cultivo do chá em São Miguel é mais uma nota de exotismo nos prazeres da mesa açoriana.
ESPECIALIDADES
No Cozido das Furnas, carnes e legumes cozem numa panela enterrada em solos geotérmicos. À Festa do Espírito Santo associam-se tradições gastronómicas como a Sopa do Espírito Santo, a Massa Sovada ou o arroz doce. Já os bolos lêvedos das Furnas são servidos a qualquer refeição e altura do ano.

Fonte: http://www.visitazores.com/


Exposição de Folha de Milho





Encontra-se aberta ao público a Exposição Folha de Milho de 3 de Julho a 30 de Setembro, das 10h ás 18h no Centro de Interpetação Ambiental do Boqueirão Em Santa Cruz das Flores.

Fonte: Centro Regional de Apoio ao Artesanato

Festival Cais Agosto 2017


O Programa da  XXIII edição do festival "Cais Agosto", já se encontra disponível em https://www.caisagosto.net/ aqui encontra toda a informação acerca do seu festival de verão!


  • 26 de julho: XII Festival de Bandas Filarmónicas da ilha do Pico - 21h00;
  • 26 de julho: Virgul - 00h00;
  • 27 de julho: David Fonseca - 23h00;
  • 28 de julho: Gabriel, o Pensador- 00h00;
  • 29 de julho: C4Pedro - 00h00;
  • 30 de julho: Aurea - 23h00.




Museu Carlos Machado estreia exposição "Naturalis Historiæ - Quando é que se viu pela primeira vez um crocodilo nos Açores?"

O Museu Carlos Machado inaugura hoje, sábado, 15 de julho, no Núcleo de Santo André, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, uma exposição chamada "Naturalis Historiæ - Quando é que se viu pela primeira vez um crocodilo nos Açores?".
Esta exibição, que tem abertura prevista para as 17H00, deriva de uma residência artística de João Paulo Serafim efectuada em 2015, no âmbito do festival de arte pública “Walk & Talk”.
João Paulo Serafim é formado em Fotografia e Artes Plásticas pela Ar.Co, escola onde ensina no Departamento de Fotografia desde 1998.
Desde 2005, desenvolve o projeto MIIAC – Museu Improvável de Imagem e Arte Contemporânea, um museu ficcionado baseado numa pesquisa iconográfica de um acervo pessoal, construído ao longo do percurso do artista.
O MIIAC, composto por fotografias de diversas origens e tipologias, bem como por extensa bibliografia, materializa-se virtualmente ou através de exposições em diferentes espaços, combinando memórias pessoais e coletivas.
Esta pesquisa estende-se ainda aos funcionamentos museológicos, incidindo sobre as zonas de bastidores, como arquivos e bibliotecas, refletindo acerca dos modos de organização, processamento e qualificação de informação visual.









Fonte:http://www.acorianooriental.pt/noticia/museu-carlos-machado-inaugura-exposicao-naturalis-histori-quando-e-que-se-viu-pela-primeira-vez-um-crocodilo-nos-acores
 
Patrícia Machado